Quem sou eu

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Quem sou eu? Pergunta que me faço todos os dias e como somos seres em constante mutação e inconstantes, nunca obtenho uma resposta completa. Mas posso dizer o que me levou a estar aqui escrevendo essas palavras para mim e para quem queira dividir comigo as dores, tristezas e até alegrias de quem convive com o vaginismo: a esperança de cura do único mal que me impede de encontrar a felicidade plena.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Recomeçar...

Não importa onde você parou,

em que momento da vida você cansou,

o que importa é que sempre é possível

e necessário "Recomeçar".

Recomeçar é dar uma nova

chance a si mesmo.

É renovar as esperanças na vida

e o mais importante:

acreditar em você de novo.



6 comentários:

  1. Esta semana ouvi um cadeirante (para quem não sabe o que é, é um deficiente físico, termo este um pouco preconceituoso porque deprecia a pessoa nessa condição) dizer na televisão que o acidente que sofreu o ensinou o sentido da palavra "adaptação", e que depois disso ele passou a valorizar muito mais aspectos da vida que antes não valorizava. A limitação física, segundo ele, aumentou a sensibilidade de outros sentidos e ele se tornou um ser humano melhor por desenvolver, a partir daí, uma atitude positiva em relação à vida. Ele disse que pensou: "bom, estou vivo", e passou a aceitar todas as situações como um desafio, com motivação e com uma atitude de "curiosidade" pelo modo como lidar com as novas situações.
    Acho que essa reflexão sobre o sentido da vida vale para todos, porque todos nós temos as nossas limitações. Só a atitude positiva pode promover a mudança e ao mesmo tempo aproveitar a vida enquanto a mudança não vem.
    Abraços...

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  2. Obrigada pelas palavras, Marcelo.

    As vezes nos encontramos em situações que realmente nos faz pensar que estamos sem pernas, que por mais que elas estejam ali, prontas pra andar, não conseguimos sair do lugar. E nos sentimos limitados. É aí que entra o que o cadeirante disse: procuramos outros caminhos que podem nos levar a incríveis decobertas. Verdade verdadeira!!! Enquanto há vida, há esperança e o contrário também é bem verdade, enquanto há esperança, vontade de viver e vencer, há vida.

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    1. Olá de novo,
      acho que a grande motivação da vida é tentarmos ajudar quem tem os mesmos (ou piores) problemas que nós. Ao ter criado um blog você ajudou as mulheres a descobrirem o vaginismo, a buscarem tratamentos, a terem coragem para enfrentar o assunto e não se acomodarem (ou seja, a persistirem seguindo o seu exemplo). Pra contar outra historinha, outro dia estava assistindo um desses programas de revelação de cantores na versão americana, e um deles foi aprovado com louvor. Ele tinha feito uma complicada operação na garganta há um ano e tinha sequelas na fala que ao cantar desapareciam...e ele disse ao final: tanta gente me inspirou, por que eu deveria desistir...?
      É verdade que o vaginismo é um desses probleminhas complicados da vida, e que interfere em muitas áreas além do sexo, mas também é verdade que muitas mulheres relatam evolução e também a cura definitiva. O que essas mulheres têm em comum?
      Por fim, gostaria que você contasse mais o seu caso, aqui ou no meu blog. Acho que poderia falar mais sobre a sua experiência com o vaginismo.
      Um abraço

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  3. Recomeçar pra vencer. Porque esse deve ser o nosso destino: a vitória, a cura. Estamos aqui pra formar essa rede de apoio, apoio de que também preciso, pode ter certeza.

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    1. Com certeza, Amor Perfeito, recomeçar pra vencer. Independente das circunstâncias. E é muito bom saber que tenho essa rede de apoio, porque estou sempre aqui, muitas vezes em silêncio, mas sempre aqui.

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    2. Ops...corrigindo...que TEMOS essa rede de apoio.

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