Quem sou eu

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Quem sou eu? Pergunta que me faço todos os dias e como somos seres em constante mutação e inconstantes, nunca obtenho uma resposta completa. Mas posso dizer o que me levou a estar aqui escrevendo essas palavras para mim e para quem queira dividir comigo as dores, tristezas e até alegrias de quem convive com o vaginismo: a esperança de cura do único mal que me impede de encontrar a felicidade plena.

domingo, 24 de novembro de 2013

Novidades!!!

Olá, minha gente!

Primeiramente quero me desculpar pela ausência, confesso que andei um tempo desanimada com o blog e cheguei até a pensar em blogcídio .... Não sei exatamente o motivo desse desânimo, porém, pensei em dezenas de mulheres que eu poderia ajudar com alguns posts, mesmo estes não sendo posts de evolução do tratamento, mas só de estar aqui contando minha história já posso motivar alguém aí do outro lado.

Então, aí vai uma novidade: eu me casei! Pois é, sou uma senhora agora hahaha. Estou muito feliz com essa nova fase da minha vida e espero que essa felicidade aumente cada vez mais se é que isso ainda é possível.

O tratamento evoluiu muito desde então. A frequência dos exercícios tem se tornado mais intensa, estou lendo o livro que contei aqui para vocês e com ele absorvi muita coisa positiva. Ainda não pratiquei os exercícios com o (agora) marido (chique, não? rsrs), decidimos evoluir de acordo com meu ritmo. E foi aí que cheguei ao último dilatador, o tão temido! Ele corresponde em espessura ao pênis, mas em tamanho, comprimento, ele é meio exagerado. Fiquei com muito medo de falhar quando cheguei ao penúltimo e vi que era a hora dele, mas graças a Deus, que é perfeito, misericordioso e nunca nos abandona, ele entrou. Claro, tive dificuldades devido a expectativa negativa que criei em relação a ele (coisas de mente vagínica, só e somente só isso), ardeu um tantinho, senti um desconforto, mas foi! Fiquei muito feliz! Imaginem, não entrava nem um dedo! Quis contar logo para o marido quando ele chegou em casa. Pois é, faço os exercícios longe das vistas dele. Não consigo me concentrar 100% quando ele está por perto, acho que quero mostrar serviço, acabo ficando ansiosa e a musculatura contrai, então decidimos que os exercícios seriam feitos na ausência dele, nos dias do futebolzinho ou nos dias em que ele vai ao sítio dar uma olhada...Nossa vida sexual continuou "normalmente", mas confesso que fiquei mais preguiçosa depois do casamento. Será que é normal?

Agora, quero mais...estou na fase em que o último dilatador é substituído pelo pênis, estou me preparando fisica e psicologicamente para isso, estou tentando fazer tudo direitinho de acordo com meu ritmo para que o sucesso (cura) seja alcançado. Espero que seja muito em breve. E com certeza estarei aqui no mesmo dia para contar tudo!

Beijos esperançosos, ansiosos e sedentos de cura!



Um comentário:

  1. ola preciso entrar em conato com vc com urgencia
    sou de sao paulo e estamos nos organizando para um encontro entre profissionais que trabalham com vaginismo e pacientes
    a ideia é aproximar as pessoas que sofrem de vaginismo das possibilidades de cura com a fisio e a terapia psicológica

    vamos fazer um encontro para expor e discutir a atuaçao da fisio e psicologia e fazermos uma vivencia de exercícios globais

    nao sera um encontro para fazermos terapia em grupo
    sera apenas um encontro para as pessoas se informarem do apoio que elas podem ter e de como é o trabalho destes profissionais que elas podem procurar

    se possível entrar em contato com Liris Wuo pelo face ou email liriswuo@uol.com.br ou tel 11 982811558

    um grande abraço,

    Liris Wuo

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