Quem sou eu

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Quem sou eu? Pergunta que me faço todos os dias e como somos seres em constante mutação e inconstantes, nunca obtenho uma resposta completa. Mas posso dizer o que me levou a estar aqui escrevendo essas palavras para mim e para quem queira dividir comigo as dores, tristezas e até alegrias de quem convive com o vaginismo: a esperança de cura do único mal que me impede de encontrar a felicidade plena.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Esclarecendo

Oi, minha gente!

Antes de tudo, queria esclarecer umas coisinhas que talvez tenham ficado obscuras...estou contando pra vcs minha trajetória de cura porque quero dividir essa felicidade com quem tem o mesmo problema que eu e porque, indiretamente, posso ajudar as pessoas a se curarem tbm, mostrando que mesmo sem ter grana, tempo ou disponibilidade pra se tratar, a cura é possível sim, se tiver determinação. Jamais quero incentivar a não procura por um profissional da área. Quem tiver ao alcance um fisioterapeuta uroginecológico e um terapeuta sexual, deve, claro, procura-lo pra se tratar com acompanhamento, o que com certeza é muito mais seguro. Minha cidade é muito pequena, não existe fisioterapeuta que trate essa disfunção por aqui e meus horários de trabalho são inflexíveis. Isso me fez decidir por tentar a cura sozinha, com ajuda do namorado, foi uma opção minha e se eu perceber que não consigo evoluir, aí sim, viajo duas horas de ida e duas de volta pra me tratar numa cidade vizinha. Os objetos que uso como dilatadores são muito limpinhos, esterelizados e aqueles tem permitem que eu use camisinha (os que não são muito fininhos, como o cotonete) eu uso, com certeza. Trabalho na área da saúde e sei bem do que se trata. É claro que não se deve sair introduzindo qualquer objeto na vagina, porque pode, entre outras coisas, ferir o colo do útero (objetos pontiagudos, por exemplo). Isso tem que ser muito bem estudado antes de começar a fazer os exercícios, Ok?

Mais tarde voltarei pra contar mais sobre meu auto-tratamento.

Beijo,
Vida.

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